Um blog para quem curte a família, sentada á mesa, com uma comida gostosa, feita por aquela que nos quer à volta. Um blog para quem ama poesias,curte cinema, música, livros, vinhos, queijos,uma boa comipanhia, e para aqueles que sabem que, comida rima com vida, e que família é tudo de bom, mas é coisa de doido, pois rima amor e dor. Irani Martins
domingo, 31 de janeiro de 2016
Uma Canção Para Marion - True Colours (Tradução) 2012
vale se emocionar...
vale refletir...
cada um tem seu jeito de amar...
cada um precisa ser amado de um jeito especial.
vale a pena assistir CANÇÃO PARA MARION
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
REFLEXÕES NAS NUVENS... Eu vi, senti, reconheci...
Saí de casa, no alvorecer,
e me deparo com o sol mostrando todo seu explendor.
A noite se foi e o dia
acordou colorido.
O pensamento muda de
endereço, se aninha no coração e já não sou mais eu , e sim alguém que tocou o
céu, que experimentou um sentimento que deu um sentido maior a este amanhecer.
E outro pensamento se
forma, mas quem executa a ação é minha alma, perante o criador da beleza que me
toca e digo:
Eu amo a DEUS!
E assim sigo meu destino, olhando
com olhos de aprendiz, mas que já apreende a lição, que entende a necessidade
de meditar e aprender sobre ela.
Quando a viagem me coloca
em meio às nuvens, e a visão me mostra um quadro onde flocos de algodão e o mar
se tornam uno, me senti no céu.
E continuei a olhar deslumbrada,
porque o universo não tinha começo nem fim.
E, em um momento qualquer,
em que olhando lá de cima vi o habitat da humanidade, pude ver formiguinhas
iguais a mim caminhando sobre a terra. Fui chamada ao ápice das minhas reflexões
deste dia.
Somos menos que formigas.
Somos quase nada!
Comparados ao espaço sem
começo nem fim.
Não vou dizer que somos
ninguém!
Mas digo “ O que sou?” diante dessa grandeza?
Fico olhando lá do alto o
homem formiga que tantas vezes se posta
orgulhoso, certo da sua importância dentro do contexto universal.
Mas dali do alto, em meio
as nuvens...
Tive a exata noção de ser
uma partícula muito pequena de tudo isso.
Mas outro pensamento
adentra o momento sublime...
Mas sou!
Isso também veio aos meus pensamentos.
Sou apenas eu, mas sou!
Sou uma criação de Deus,
dentre todas as suas criaturas.
Essa partícula, minúscula,
que nem consigo mensurar, que sou, tem uma enorme importância para DEUS.
Ele respeita a mim de tal
forma, que não só me aceita, me ama, mas, sobretudo...
Acata minhas decisões.
Nunca questiona!
Me ama a ponto de respeitar
minhas escolhas, mesmo que eu erre, e me acolhe nos meus retornos, vencida!
A mim...
Essa partícula, que sou dentro
dessa imensidão universal, tem tamanha importância!
Deus me ama, apesar das
minhas faltas...
E até quando eu olvido sua
presença em minha vida.
Quem sou eu para merecer
tamanho respeito e amor?
Assim, certa de quem sou, meu corpo se verga
diante de tamanha grandeza!
Entendi quem sou, mas não
estou pronta para abraçar amor tão grande!
Estou envergonhada por mim,
e por toda a humanidade!
Ainda sou muito pouco,
dentro de mim...
Para agasalhar este amor em
minhas entranhas.
Para tanto, preciso deixar
de ser algo do que sou.
E aqui do alto...
Na certeza da minha
importância, embora formiguinha, dentro
do universo...
Sinto uma dor em meu
peito...
Quando?????
Quando apreenderei a
mensagem, a ponto da tranformação necessária?
De não ser mais EU e sim, que
sou pedaços de mim e ti, partes desse universo, comungando esse imenso amor.
E neste momento, minha alma
se põe de joelhos...
Em prantos!!!!
Quanto tempo minha alma permanecerá,
de Joelhos?
Até que eu me decida...
Por mim, por ti, por nossa
verdadeira alegria?
Irani Martins
12/dezembro/2015
ASSIM ME ENCONTRARÁ
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ASSIM ME ENCONTRARÁ
Assim me encontrará,
Se preciso for!
Se preciso for,
Minha alma se vergar,
E de joelhos postar-se,
Humildemente contigo falar,
Para, enfim, viver minha paz,
Senhor...
Assim será...
Assim, me encontrará!
Meu coração soluçante,
Me grita, aos prantos,
Agora!!!
Mas sei,
Que ainda não sei,
Dentre as horas,
Em qual delas estarei pronta,
Para começar a caminhada
Rumo a novas descobertas,
Ao conhecimento de mim,
Ao meu encontro contigo.
Não mais, o choro silencioso,
Grito calado,
Solidão em lágrimas,
Palavras não digeridas.
Que eu não demore em mim mesma,
Que eu dispa essas vestes,
Que me transformam,
Me moldam,
Me fazem atuar,
No teatro da vida minha.
Irani Martins
16/12/2015
sábado, 9 de janeiro de 2016
O QUE SERIA DE MIM ?
O
QUE SERIA DE MIM?
O que seria de mim...
Não fossem os dias loucos,
Os dias de risos soltos,
Dias que não tem porquês,
E acho dentro de mim,
A leveza que busco encontrar
O que seria de mim...
Se não houvesse meus dias assim...
O que seria de mim...
Se alguns dias não fossem assim...
Dias de sol em meio às nuvens,
Dias de insana ilusão,
Em que faço em mim mesma o reflexo,
Da vida que quero pra mim?
O que seria de mim...
O que seria de mim...
Se somados aos meus desencontros,
Não houvesse a insensatez,
Driblando a tal lucidez,
Que aprendi ser saúde mental...
O que seria de mim...
Não fosse eu, esse encontro,
Tão repleto de desencontros,
Do riso com as lágrimas soltas,
Das gargalhadas tão altas,
Com a penumbra do olhar...
Não fosse eu...
O que seria de mim...
Que entendi o poeta,
Que senti a emoção dos seus versos,
E confirmei no meu peito,
Sua mensagem tão certa,
O que seria de mim...
Se metade de mim, sou eu mesma...
E a outra metade...
Também!
Irani Martins
09/01/2016
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
É NATAL... E EU... NUA!
É
NATAL...
E
EU... NUA!
E
o dia esperado, já é contado nos dedos...
Impacientes,
pela criança que espera o Papai Noel, com seu saco de presentes, e dentro dele,
"AQUELE", escolhido por ela, sussurrado a ele em segredo, à
noite, em suas orações.
Ansiosos
pelas mães, que anotam em seus caderninhos o cardápio do dia, as providências a
serem tomadas, para que tudo esteja perfeito para a chegada dos filhos e netos,
que encherão a casa de ruídos, de risos, de uma alegria, há tanto tempo
ausente!
A
expectativa de rever uma mesa rodeada de pessoas queridas não tem preço, só é
vencida pela alegria, muito maior, de ver concretizado o sonho.
Um
conversê, um alarido, que ficará ressoando por muito tempo depois, nas
lembranças rememoradas, dentro da saudade, que com certeza, virá!
NATAL!
E
andando na rua, já vemos tudo decorado, tornando a expectativa ainda maior, com
o colorido, brilho e músicas de natal.
As
vitrines nos convidam a entrar.
Um
vestido novo seria bem vindo para uma linda festa!
Mas
uma dúvida me bate fundo, no coração...
Não
sei se preciso de algo novo para vestir, ou se preciso me desvestir?
Há
um quê de acúmulo material no ar, que nos leva junto, na mesma corrente, e
enchemos nossas casas de adereços, nossos corpos de adornos, e nossos filhos de
mimos materiais.
E
como parte dessa mesma corrente, vamos nos atrelando aos seus elos,
prisioneiros do que nem precisamos, e talvez, nem mesmo queremos.
Apenas
é Natal, e tudo isso é normal e faz parte.
Afinal,
venho vivendo assim, há anos... anos... anos...
Mas
agora, sinto que preciso me desvestir, como se meu próprio corpo fosse demais,
um peso que carrego, e fui acumulando sobre ele tantos adereços para me
fazer mais bela, mas na verdade, apenas o tornei mais pesado.
Decidi
que não quero um novo vestido, sequer um belo adereço, também não posso me
desvestir do meu corpo, mas posso me fazer mais leve.
Posso
desvestir-me das vaidades que me tornaram elos da corrente que me aprisionou,
das atitudes inconsequentes que me aprisionaram às inseguranças, e posso também
me desvestir das presenças das pessoas que só me enxergam vestida e adornada.
HOJE COMEÇO A ME
DESPIR.
Tenho
agora, outros motivos para contar nos dedos, os dias que faltam para chegar o
NATAL, e será, com certeza, o melhor natal da minha vida.
Estarei
lá, como sempre, minha mesa estará posta, com todos os mimos, com a mesma
alegria, com um amor diferente, maior ainda, e eu estarei presente vestida de
mim mesma!
Vou
estar muito mais atenta às conversas, vou colher e apreciar cada palavra e cada
sorriso, com os olhos, de um novo coração, renascido das cinzas dos meus
adornos.
Estarei
mais presente do que nunca!
Nua
das coisas impostas pelo mundo, carregada do que tenho de melhor para doar e
para viver.
Meu
adereço? O meu sorriso!
Usá-lo-ei,
como nunca!
Recuperarei
e compensarei o tempo que tantos brilhos ofuscavam minhas lágrimas!
É NATAL!
E EU NUA,
VESTIDA DE
MIM!
Irani Martins
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