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domingo, 28 de agosto de 2011

MENSAGEM À FAMÍLIA

Na educação de nossos filhos,

Todo exagero é negativo.

Responda-lhe, não o instrua.

Proteja-o, não o cubra.

Ajude-o, não o substitua.

Abrigue-o, não o esconda.

Ame-o, não o idolatre.

Acompanhe-o, não o leve.

Mostre-lhe o perigo, não o atemorize.

Inclua-o, não o isole.

Alimente suas esperanças, não as descarte.

Não exija que seja o melhor,
peça-lhe para ser bom e dê exemplo.

Não o mime em demasia, rodeie-o de amor.

Não o mande estudar,
prepare-lhe um clima de estudo.

Não fabrique um castelo para ele,
 vivam todos com naturalidade.

Não lhe ensine a ser,
seja você como quer que ele seja.

Não lhe dedique a vida,
vivam todos.

Lembre-se de que seu filho não o escuta,
 ele o olha.

E, finalmente,
 quando a gaiola do canário se quebrar,
não compre outra...

Ensina-lhe a viver sem portas.



Eugênia Puebla

segunda-feira, 30 de maio de 2011

UM TEXTO PARA O DIA DE HOJE!

O trem da passarada

É noite...

E as nossas noites se compunham de pais e filhos ao redor da mesa,
ou no quintal, nas noites quentes,
junto aos vagalumes.

Pena que meus filhos não conheceram a toada do vagalume tem tem,
nem o trem da passarada,
nem a versão da estória dos quarenta bois.

Teriam se apaixonado por ele (meu pai),
 assim como nós.

E a gente ouvia uma vez
e de novo e outra vez
a mesma estória
e a cada vez a expectativa era igual,
ainda esperávamos o desfecho final da estória como se fosse nova.

Isso era sua magia!

Seu carisma!

Ao redor da mesa,
 novamente,
 ouvíamos o trem da passarada.

Trinados e cantos de todas as aves.

Beleza só entendida pelos que viveram.

Entendo hoje...

Se tivesse ainda o trem da passarada,
ouviria com meus filhos
e o daria de presente ao meu marido, que entende tão bem, a beleza natural,
 da criação Divina.

Esta mensagem,
 levo aos meus irmãos,
 com a pergunta,

 já se sentaram ao redor da mesa com seus filhos?

Já foram mágicos?

Contaram estórias?

Criaram seus personagens?

Já cantou com eles?

Lembrem...relembrem...

As viagens, os passeios, as aventuras...

E todas as bobagens DE e COM NOSSO PAI.

Quão ricos fomos, quão felizes somos!
temos nossas recordações!


Irani/ 14.12.2003.





sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

UMA FAMÍLIA COMO TODAS AS OUTRAS

Muito interessante o filme "PARENTE É SERPENTE"

o AMOR  a ser aprendido na convivência familiar é suplantado pelos interesses de cada membro da família.

Assistir ao filme é perceber cada um de nós no contexto familiar apresentado.
Se procurarmos bem, nos acharemos no meio da família que trata o filme.
Se soubermos aproveitar, retiraremos dali uma grande lição a ser apreendida.

Parenti Serpenti/Parente é serpente (Em toda família, a mesma história...)


Uma típica familia italiana< Colapietro, se reúne na casa da Nonna, para a tradicionalíssima festa de Natal, mas a alegria é interrompida quando a matriarca declara que ela e seu marido estão muito velhos para ficarem sozinhos naquela enorme casa. Comunica, então, uma decisão irrevogável: vai pôr a casa à venda e morar com um dos filhos. Mas, é claro, nenhum deles quer dar abrigo aos pais, e o que era para ser apenas mais uma ceia de Natal acaba se tornando uma grande confusão, de conseqüências tragicômicas. Direção: MARIO MONICELLI


Elenco: TOMMASO BIANCO, RENATO CECCHETTO, MARINA CONFALONE, CINZIA LEONE.

domingo, 19 de dezembro de 2010

RECEITA DE FAMÍLIA

"O Arroz de Palma"
        Francisco Azevedo

Família é prato difícil de preparar.

São muitos ingredientes.

Reunir todos é um problema, principalmente no Natal e no Ano Novo.

Pouco importa a qualidade da panela, fazer uma família exige coragem, devoção e paciência.

Não é para qualquer um.

Os truques, os segredos, o imprevisível.

Às vezes, dá até vontade de desistir.

Preferimos o desconforto do estômago vazio.

Vêm a preguiça, a conhecida falta de imaginação sobre o que se vai comer e aquele fastio.

Mas a vida, (azeitona verde no palito) sempre arruma um jeito de nos entusiasmar e abrir o apetite.

O tempo põe a mesa, determina o número de cadeiras e os lugares.

Súbito, feito milagre, a família está servida.

Fulana sai a mais inteligente de todas.

Beltrano veio no ponto, é o mais brincalhão e comunicativo, unanimidade.

Sicrano, quem diria?

Solou, endureceu, murchou antes do tempo.

Este é o mais gordo, generoso, farto, abundante.

Aquele, o que surpreendeu e foi morar longe.

Ela, a mais apaixonada.

A outra, a mais consistente.

Você? É, você mesmo, que me lê os pensamentos e veio aqui me fazer companhia.

Como saiu no álbum de retratos?

O mais prático e objetivo?

A mais sentimental?

A mais prestativa?

A que nunca quis nada com o trabalho?

Seja quem for, não fique aí reclamando do gênero e do grau comparativo.

Reúna essas tantas afinidades e antipatias que fazem parte da sua vida.

Não há pressa. Eu espero.

Já estão aí? Todas? Ótimo.

Agora, ponha o avental, pegue a tábua, a faca mais afiada e tome alguns cuidados.

Logo, logo, você também estará cheirando a alho e cebola.

Não se envergonhe de chorar.

Família é prato que emociona.

E a gente chora mesmo.

De alegria, de raiva ou de tristeza.

Primeiro cuidado:

Temperos exóticos alteram o sabor do parentesco.

Mas, se misturadas com delicadeza, estas especiarias, que quase sempre vêm da África e do Oriente e nos parecem estranhas ao paladar tornam a família muito mais colorida, interessante e saborosa.

Atenção também com os pesos e as medidas.

Uma pitada a mais disso ou daquilo e, pronto, é um verdadeiro desastre.

Família é prato extremamente sensível.

Tudo tem de ser muito bem pesado, muito bem medido.

Outra coisa:

É preciso ter boa mão, ser profissional. Principalmente na hora que se decide meter a colher.


Saber meter a colher é verdadeira arte.

Uma grande amiga minha desandou a receita de toda a família, só porque meteu a colher na hora errada.


O pior é que ainda tem gente que acredita na receita da família perfeita.

Bobagem.

Tudo ilusão.

Não existe “Família à Oswaldo Aranha”,

“ Família à Rossini”, Família à “Belle Meunière” ou “Família ao Molho Pardo” em que o sangue é fundamental para o preparo da iguaria.

Família é afinidade, é “à Moda da Casa”.


E cada casa gosta de preparar a família a seu jeito.

Há famílias doces.

Outras, meio amargas.

Outras apimentadíssimas.

Há também as que não têm gosto de nada, seriam assim um tipo de “Família Diet”,

que você suporta só para manter a linha.


Seja como for, família é prato que deve ser servido sempre quente, quentíssimo.

Uma família fria é insuportável, impossível de se engolir.


Enfim, receita de família não se copia, se inventa.

A gente vai aprendendo aos poucos, improvisando e transmitindo o que sabe no dia- a -dia.

A gente cata um registro ali, de alguém que sabe e conta, e outro aqui, que ficou no pedaço de papel.

Muita coisa se perde na lembrança, principalmente na cabeça de um velho já meio caduco como eu.


O que este veterano cozinheiro pode dizer é que, por mais sem graça, por pior que seja o paladar, família é prato que você tem que experimentar e comer.

Se puder saborear, saboreie.

Não ligue para etiquetas.

Passe o pão naquele molhinho que ficou na porcelana, na louça, no alumínio ou no barro. Aproveite ao máximo.

Família é prato que, quando se acaba, nunca mais se repete.



"Se tivéssemos consciência do quanto nossa vida é passageira, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes"

















terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

FAMÍLIA UNIDA


Deus nos deu a condição de família para vivermos assim...
Juntos nas águas plácidas, separados no aprendizado da distância e da solidão, mas unidos no ato de ensinar a buscar nossas necessidades, nossos alimentos para o físico e para a alma.
Família é o amparo, o aconchego e a alegria de conviver.
Irani

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

O QUE É UMA FAMÍLIA?

O QUE É FAMÍLIA?
Vejamos um resumo do que é uma família.
Opiniões diversas, mas todas nos levam a um mesmo objetivo para a tão querida família.
Aconchego.
A família é um núcleo de convivência, unido por laços afetivos, que costuma compartilhar o mesmo teto.
É a definição que conhecemos.
Entretanto, esta convivência pode ser feliz ou insuportável, pois seus laços afetivos podem experimentar o encanto do amor e a tristeza do ódio. E a morada sobre o mesmo teto?
Dependendo dessas fases contrastantes, ela pode ser um centro de referência, onde se busca e se vivencia o amor, ou... um mero alojamento.
A família não é algo que nos é dado de uma vez por todas, mas nos é dada como uma semente que necessita de cuidados constantes para crescer e desenvolver-se. Quando casamos, sabemos que, entre outras coisas, temos essa semente que pode germinar e um dia dar fruto: ser uma família de verdade. Devemos, portanto, estar conscientes de que é preciso trabalhá-la e cultivá-la sempre, constantemente, e com muito amor.
É a base, a celular mater de qualquer sociedade; a onde nosso caráter é formado e a onde verdadeiramente nos preparamos para enfrentar a vida.
Família é uma sociedade sem fins lucrativos.
Deve prevalecer no relacionamento familiar a atitude de doação, onde cada um pergunta: O que eu posso fazer pelo outro? Em lugar das cobranças e das críticas deve haver um constante esforço em ajudar o outro a crescer. O lar não sobrevive se cada um vive em função de si mesmo e usa o outro para obter vantagens.

Família é um centro de formação para a vida.
No ambiente familiar são formados os caracteres, definidos os valores que nortearão a conduta das pessoas. Daí a importância de um clima saudável, equilibrado e construtivo no lar. Numa proporção muito alta as pessoas reproduzem nos diversos meios em que vive, aquilo que aprendeu em casa.
Família é um laboratório para experimentar a fé.
Talvez não haja lugar mais difícil para uma pessoa expressar a sua fé em Cristo do que no ambiente familiar e isso gera muitas vezes, a anomalia de uma vida dupla. É tão comum encontrar pessoas que, para o público externo se revelam muito "consagradas", mas em casa são irreconhecíveis como crentes. Uma fé que não se manifesta no relacionamento familiar é uma farsa e precisa ser repensada.
Família é um posto de reabastecimento emocional.
A vida numa sociedade altamente competitiva, desumana e despersonalizadora, gera altos níveis de estresse e ansiedade nas pessoas, desta forma, o ser humano precisa de um espaço onde possa relaxar, encontrar paz e refazer-se para a luta diária. A família precisa ser este refúgio, este posto para recuperação das energias, da motivação e da e alegria.
diversos autores.