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domingo, 4 de dezembro de 2011

REFLEXOS DE MIM

Caminhando observei os caminhantes e me vi refletida em suas faces.


Todos iguais a mim ou eu sou igual a cada um deles?

Todos somos viajantes da nave terra, buscando os mesmos sonhos de ser feliz.

Uns, assim como eu, já concluída boa parte da caminhada, se pergunta...acertei?

Outros, mais idosos, já vencedores, caminham confiantes do dever cumprido.

Mas...quantos idosos, vencidos, refletem no olhar um cansaço e um desânimo dos que lutaram e não venceram a própria história.

Outros, ainda jovens, rompem a estrada da vida, de peito aberto, com a coragem da juventude, acreditando no futuro e na sua força.

Me vejo em cada olhar...jovem e confiante, me perguntando rumei no caminho certo?, me vi nos olhos dos vitoriosos, mas sei também o que vai no coração dos que têm olhos cansados.

É a colheita da plantação da própria vida.

São nossos erros e acertos, são nossas bagagens pesadas de cada barreira superada. O insucesso também nos traz a vitória do aprendizado.

E todos caminham prá lá e prá cá.

Pensam que vão só. Que rumam a estrada que traçaram.

Não param para refletir que estão juntos, entrelaçados, vivendo a mesma vida, embora com enredos um pouco diferentes para cada um.

Partes do TODO UNIVERSAL, irmãos pela centelha Divina que habita em cada um de nós.

Somos todos iguais em nossas diferenças.

SOMOS TODOS UNO.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

COISAS DESCONEXAS DOS DITOS DESENCONTROS

A IMPORTÂNCIA DO SER.
PORQUE?
Questiono sempre....
É tão importante, se saber importante?
Porque não posso ser só eu?
Mesmo sem Ter importância para alguém?

Quem disse, que preciso,
Ser bem vista,
Para ser bem quista?
Onde este decreto?

Porque acreditei nisso?
Agora...
procuro todas as manhãs,
A minha importância!

E atribuo à minha pessoa,
A responsabilidade de ser importante para alguém,
Todos os dias !

E passo a acreditar,
Que tenho um valor maior,
Que precisam de mim,
Que sou indispensável!

Porque fizeram isso conosco?
A verdade é o inverso disso,
E isto não consta do decreto.

A verdade é que nos iludimos,
Nos julgamos superiores,
E quando as pessoas que,
Precisavam de nós se evaporam e,
Encontramos outro no nosso espaço,
Preenchendo-o tal qual...

Você abraça o vento,
Faz da solidão companheira,
E chora sua desimportância.

Porque não ser, somente ser?
Precisa haver tanto sentimento?
Precisamos correr atrás
da importante importância?
E perdermos o instante de conhecer-se a si...
SOMENTE!
irani 08/03/2000