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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

O tecido da vida
Texto de Elizabeth Cavalcante


O tecido de que é feita a vida é composto por muitas tramas, algumas simples, outras com grande multiplicidade de cores e formas, que formam um grande mosaico.

E a principal matéria-prima deste tecido é, sem dúvida alguma, a emoção.
Cada pequeno ato que praticamos, estejamos nós conscientes ou não, é direcionado por uma emoção.

Até mesmo a simples decisão de escolher o sabor de um sorvete é ditada pela sensação de prazer que ele nos proporcionará.
Se estamos tristes, certamente buscaremos naquele alimento, uma forma de compensação, ainda que momentânea, para esta emoção.


Por essa razão, é essencial que permaneçamos conscientes das emoções que estão predominando em nós.
Elas farão toda a diferença e determinarão se nossa vida será feliz ou miserável.

E, se as emoções são as principais componentes do tecido da vida, sem qualquer sombra de dúvida, o amor, a fonte mais poderosa de emoções positivas que temos à nossa disposição, coloca-se como o fio mais valioso deste tecido.

Quando vivemos em perfeita sintonia com nossa essência, com a fonte de amor que habita dentro de nós e que nos originou, nossa vida se transforma num êxtase permanente, pois o coração está sempre no comando.

Senti-lo pulsando a cada instante e conectando-se profundamente com o coração de cada ser que encontramos em nosso caminho, é a única maneira de conhecermos o real e verdadeiro sentido da palavra felicidade.

Busquemos, então, a cada dia, honrar o divino em nós, amando-nos e vivendo em perfeita sintonia com ele, pois só assim nossas ações serão totalmente fiéis aos anseios de nossa alma.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Vida, bela vida!

A VIDA!

Celebra Tua Vida
Celebra tua vida.
Celebra a alegria de fazer anos de esperança.
Conta teus anos não pelo tempo, mas pelo espaço que fazes em teu coração.
Não pela amargura de uma dor, mas pela ressurreição que ela traz.
Não pelo número de troféus de tuas conquistas, mas pelo gosto de aventura em tuas buscas.
Não pelas vezes que chegaste, mas pelas vezes que tiveste coragem de partir.
Não pelos frutos que colheste, mas pelo terreno que preparaste e as sementes que lançaste.
Não pela quantidade dos que te amam, mas pela medida de teu coração, capaz de amar a todos.
Não pelas desilusões que tiveste, mas pela esperança que infundiste.
Não pelos anos que fazes, mas por aquilo que fazes em teus anos.
Não pelas vezes que celebraste aniversário, mas pelas vezes que teu aniversário se tornou uma celebração de vida.
(autor desconhecido)