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terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Presente

Melhor do que todos os presentes por baixo da árvore de natal,
É a presença de uma família feliz.

autor desconhecido

domingo, 12 de dezembro de 2010

NATAL

Novamente chega o Natal.

Mas cadê o NATAL?

A palavra Natal é de origem latina 'natális', derivada do verbo 'nascor, nascéris, natus sum, nasci', significando nascer, ser posto no mundo.
Como adjetivo, significa também o local onde ocorreu o nascimento de alguém ou de alguma coisa.

Mas e o verdadeiro Natal, pouco acontece.
Como nos diz a origem da palavra "Natal", esta significa nascer, mas onde o nascimento?

Comemora-se o nascimento de Jesus nesta data, mas a festa do nascimento de Jesus em nossos corações passa longe desta comemoração.
O amor que deverias ser posto no planeta terra através do homem, ainda não se encontra aqui.



Ao tempo que muitas mesas se encontram abastadas, preparadas antecipadamente para a festa gastronômica, outras se encontram vazias, contempladas por fisionomias vazias, distantes e barrigas também vazias.

A festa que deveria comemorar o nascimento de Jesus com uma confraternização Universal,não acontece...

Novamente aguardamos o próximo Natal e verificamos que a humanidade ainda não entendeu a mensagem do Mestre e não confraterniza com seus irmãos o nascer do "Amor Universal".

O papai Noel, figura mágica que encanta nesta "Festa", visita os lares levando sonhos e renovando alegrias nos lares mais abastados, mas nunca chega aos viadutos, onde a escuridão é amenizada pelas luzes dos carros que se dirigem à grande Festa e onde se encontram famílias e crianças que não entendem as diferenças da sorte.

O natal para estes é tão abstrato quanto o perú das festas,o velhinho barbudo e o aniversariante.

Quando haverá um "NATAL"?

Um nascer, um recomeço, uma festa de comemoração ao nascimento do Amor, como nos pede Jesus?

Façamos a festa!

Que ela surja primeiramente em nossa consciência, após, em nossos corações e aconteça através de nossas mãos.

sábado, 19 de dezembro de 2009

AS VESTES DE GALA SÃO: SIMPLICIDADE, HUMILDADE E BONDADE

DA FESTA DE NATAL...

Natal é festa,
É surpresa!
Tanta coisa boa na mesa!
Quer festa melhor que esta?

E como vai o coração?
Vestido prá ocasião?
É preciso que esteja...
Antes de se sentar à mesa.

Já plantou solidariedade?
No solo fértil interior?
Afinal...neste dia o menino completa idade,
E gostaria de ganhar o amor,
Como presente...
Da humanidade!

Na mesa toalha branca,
Não precisa botar banca,
No centro o pão e o vinho,
Verás...não está sozinho!

Despoje a roupa de gala,
Jogue em qualquer mala,
Vista o traje da humildade,
E adornos de bondade,

Aja com simplicidade,
Verás...é só felicidade!
Abra o seu coração,
Acolha o seu irmão.

Viva assim o seu natal,
Isto não lhe fará mal,
Receba assim o ano que vem,
Isto só lhe fará bem.

IRANI/ 23.12.1999

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

O NATAL QUE CONHECI...ACONTECE POR AÍ?

DO NATAL E DAS COISAS DA INFÂNCIA.

Relembro... relembro sempre... e revivo!
Como são boas as lembranças que tenho!
Quem as ouve, pensa até que foi só alegria.
Sei que não foi, mas recebi a graça divina de só lembrar o gosto bom das coisas boas daquele tempo.
Natais simples, sem consumismo, até por ser uma era em que vivíamos um pouco à margem disso, mas natais muito felizes!
Lembro do Hermes ( antigo empregado) chegando, da carroça em frente`a casa, carregando uma leitoa, milho, frango e o perú embebedado ( pois esta era a receita de um assado macio), dos parentes que chegavam, do cabrito à caçadora, do cacho de uva colhido no quintal da casa, da macã (bebida) tão bem vinda.
Mas... acima de tudo lembro...
Lembro da bagunça prá fazer a rabanada.
De meu pai bravo, pois queria tudo no jeito prá fazer seu prato de natal. Lembro dele...
Lembro dele, abrindo as portas e colocando um disco na vitrola, enquanto íamos ver o presépio na igreja.
O presépio era especial. Era o centro do natal.
Lembro tanto do meu pai!
Ele nos ensinou a viver o natal em plenitude e a solidariedade ao mesmo tempo.
Se não o fazemos foi por opção adquirida ao longo de nossas vidas.
Mãe, lembra do manjar branco? Com calda de vinho? Prá mim natal tem que ter tudo isso e muito amor!
Onde foi parar aquele natal? Perdeu-se nas compras de roupas, de tenders, de castanhas e tantas frutas?
Tanto a saborear e tão pouco sabor de natal.
Natal a gente saboreia no coração, vivenciando cada parte, preparando tudo com muito amor.
O coração canta, mesmo que os lábios não demonstrem.
A gente renasce, mesmo que tudo esteja meio confuso.
Afinal...é natal... nascimento, renascimento...
É o amor feito homem que chega e nos abraça com a própria vida.

Irani Martins Ferreira da Silva 14.12.99

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

RABANADA

Rabanada

Uma rabanada, não é nada!
E nada é só uma rabanada!
Uma rabanada é ato de amor,
Dedicado às pessoas queridas,
Que rimam família e comida.

Uma rabanada...
È prazer antecipado na espera,
É obra a quatro mãos!
Enquanto um corta o pão...
Outro bate as claras...
De longe alguém faz as malas!

Alguém tempera o leite, com açúcar,
Canela e baunilha...
O outro embebeda o pão e fica uma maravilha.
Depois é só organizar...
Passar o pão nos ovos batidos,
Não ligue para os latidos,
Chico já sente que vai ganhar.

Quando a gordura está quente,
Começa a chegar gente...
Frite uma de cada vez...
Para não perder a maciez!
Escorra e passe no açúcar urgente!

Se olhar verá na janela, mesmo sem convidar,
Pessoas a salivar!
Uns já querem comer quente,
Outros esperam gelar.

De qualquer forma é bom, agrada a gentarada!
Mas rabanada... Não é só uma rabanada!
Rabanada tem histórias...
Que começam a surgir, quando se puxa a memória!

Rabanada é doce, é salgada...
Quando alguém faz milanesa, ao invés de sobremesa!
Rabanada tem história,
Tem Avô, avó, tios, tias e primos.
Rabanada tem risadas e coisas que só nós vimos!

Rabanada é natal!
È para nós prato principal.
Rabanada é Vera e Domingos,
Sempre ali, tão amigos!

Rabanada são meus filhos,
Para quem faço todos meus mimos.
Mas, Rabanada... não é só uma rabanada!
Uma rabanada tem gosto de família.
Tem sabor também de alegria.

Rabanada rima com meninada.
Rabanada tem canela,
E me lembra a Mirela...
Rabanada não se faz pouco...
Pois todos querem um pouco!

O Henry quer comer quente,
Assim comem muita gente!
O Purita não quer só uma,
Ou três, ou não quer nenhuma!

Mas o bom mesmo da rabanada...
È ver quando a meninada...
Espera... ansiosamente!
Quem a põe por cima do arroz quente.

Existe até uma aposta,
Para ver quem comete o engano,
De trocar sobremesa por milanesa
No natal do próximo ano!

Irani 29/10/2009